
Em Assembleia Geral nesta sexta-feira(30), os professores e trabalhadores da educação deliberam por greve no segundo semestre, caso o Governo do Estado não conceda reajuste salarial.
Após a greve geral nesta sexta, representantes dos 73 Simteds (Sindicatos Municipais dos Trabalhadores em Educação) se reuniram na sede da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul).
Segundo o sindicato, a decisão ocorre após seis meses de diálogo entre a Federação e o Governo Estadual.
Ainda de acordo com a Fetems, o impasse é pelo fato da administração estadual não ter cumprido o pagamento do reajuste do Piso Salarial Nacional do mês de janeiro, de 7,64%, garantido pela Lei Federal, 11.738, de 16 de julho de 2008 e pela lei complementar estadual nº 200, de 13 de julho de 2015. E, até o momento, também não incorporou os R$ 200 dos administrativos em educação.
Os trabalhadores da educação afirmam que o governo recuou devido às mobilizações de diversas categorias de servidores públicos e definiu a data de três de julho para dizer se concede um índice linear para os trabalhadores do serviço público estadual.
“Dialogamos com o Governo por seis meses para buscar uma solução para o impasse, no entanto, não houve uma proposta que comtemple o que é de direito dos(as) servidores(as). É compreensível a impaciência da categoria que agora decidiu pela paralisação. O argumento é que o Estado está em dificuldade financeira, mas os(as) trabalhadores(as) em educação não podem pagar com o achatamento de seus salários”, pontuou o presidente da Federação, Roberto Magno Botareli Cesar.
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