
Um ítalo-brasileiro de 32 anos chamado Eder Guidarelli Mattioli foi preso nesta segunda-feira (3), em Ventimiglia, no noroeste da Itália, acusado de matar um cidadão italiano em Valência, na Espanha.
A vítima se chamava Marcello Cenci, também tinha 32 anos e havia sido transferida poucos meses antes para trabalhar como barman no país ibérico. Seu corpo foi encontrado na madrugada do último domingo (2) com sinais de agressão e estrangulamento, na rua Juan Bautista Llovera, perto de sua casa.
Moradores de Ferrara, no norte da Itália, Guidarelli e Cenci eram amigos na juventude, mas cortaram relações por conta de supostas agressões do brasileiro, que teriam sido motivadas por ciúmes. Segundo o jornal Corriere della Sera, a vítima havia se mudado para a Espanha justamente para escapar dos ataques do brasileiro, que é filho adotivo de uma família italiana.
Em um desses episódios, Cenci foi internado por conta dos ferimentos, e os pais alertaram que seu filho corria perigo. A vítima chegou a denunciar o ex-amigo, e a primeira audiência do julgamento estava mercada para setembro.
Guidarelli está detido na cadeia de Imperia, a 50 km de Ventimiglia, que fica na fronteira com a França. Ele foi preso após a emissão de um mandado de captura internacional e é acusado de homicídio doloso. Em Pontelagoscuro, distrito de Ferrara onde o brasileiro vive, a reação foi de incredulidade.
"Aquele garoto era sempre gentil com todos, ajudava as pessoas mais velhas, se alguém precisava de algum serviço em casa, estava sempre disponível. É como se tivesse uma dupla personalidade", disse um vizinho de Guidarelli.

Brasileiro está detido em cidade italiana que faz fronteira com a França Polizia di Stato
27/01/2026
No Cidade Jardim em Naviraí, PM apreende moto e dois adolescentes pela prática de direção perigosa
27/01/2026
Confronto entre PM e criminosos termina com dois mortos e três feridos em Dourados
27/01/2026
Força-tarefa prende 3 por execução de homem em praça de Miranda
27/01/2026
Paciente transplantado de Nova Andradina fica cego após agressão na Capital