Terça-Feira, 27 de Janeiro de 2026

DATA: 04/03/2017 | FONTE: Douradosnews Às moscas, prédio do IML de Dourados precisa de transformador para funcionar

Entregue em 2012, mas nunca usado, o prédio do IML (Instituto Médico Legal) de Dourados depende da instalação de um transformador para entrar em funcionamento, conforme afirmou ontem durante a passagem de comando do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), o secretário de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa.

De acordo com ele, restam tramites burocráticos para que a licitação seja finalizada e deu prazo de mais 90 dias para que o trabalho da perícia no município deixe de ser realizado em funerárias.

"Resta a parte burocrática para instalar o transformador. Está tudo pronto já e espero que em 90 dias poderemos ter o local funcionando. A questão é mais pela licitação mesmo, é muito demorado", relatou.

O local, construído na gestão André Puccinelli (PMDB) com custo de quase R$ 1 milhão, já conta com os aparelhos, porém, as ações nunca foram realizadas nele, prejudicando o trabalho de investigação dos órgão de segurança e muitas vezes afetando famílias de mortos com a liberação dos corpos.

Em novembro do ano passado, o MPE (Ministério Público Estadual) recomendou ao governo do Estado que disponibilizasse recursos para colocar o Instituto em funcionamento. O prazo dado foi de seis meses.

Entrega

Tratado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) como "herança" deixada pela gestão passada, o IML de Dourados ainda segue fechado, mesmo com as diversas promessas de funcionamento.

Em 2015, ano em que iniciou o seu mandato, Azambuja chegou a conversar com os vereadores para a entrega do local.

"Me reuni com vereadores de Dourados e uma das pautas colocadas por eles é a ativação do IML da cidade. Precisamos resolver o problema estrutural dele, porque não basta entregar, é preciso colocar para funcionar", disse na época – relembre aqui.

Já em fevereiro do ano passado, o governo do Estado voltou a prometer o funcionamento da obra já acabada.

Na ocasião, o prazo dado foi de 60 dias, conforme mostra reportagem da época, veja aqui.

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