
Um advogado de Campo Grande foi condenado a 5 anos e um mês de prisão em regime semiaberto pela Justiça Federal por armazenar e compartilhar pornografia infantil. Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, em equipamentos eletrônicos dele (notebooks, pen-drives e HDs) foram encontradas cerca de 1.500 mídias digitais com material "pedopornográfico" com crianças, inclusive, bebês.
A sentença é do dia 25 de julho, mas foi publicada somente nesta segunda-feira (5 de agosto), no Diário Oficial da Justiça Federal.
O advogado Marlon Ricardo Lima Chaves, que representa o condenado, disse ao G1 que vai recorrer da decisão. O réu poderá aguardar o julgamento do recurso em liberdade, segundo a Justiça.
O condenado foi preso em outro de 2017 durante a operação nacional “Luz da Infância” que a Polícia Civil de 24 estados e do Distrito Federal fez contra a pedofilia e que tem como foco o combate ao compartilhamento de fotos pela internet.
De acordo com o Ministério Público, o condenado armazenou, disponibilizou, transmitiu, publicou e divulgou vídeos e fotos com pornografia de sexo explícito envolvendo criança adolescentes.
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