
O câncer de mama impõe a mulher a necessidade do enfrentamento e cada uma vai agir de acordo com suas vivências e as experiências de vida.
A estratégia adotada pela enfermeira Angelita Druzian, de 49 anos, foi de superar a doença com determinação e garra. Diagnosticada em 2016, desde então ela procura enfrentar os sintomas com paciência e sempre acreditando na melhora antes de concluir o tratamento.
“As lições que eu tive com a doença, é a maneira como você enfrenta. Desde o diagnóstico eu decidi agir e enfrentar e tive apoio. Se estiver com medo, vai com medo mesmo”.
A psico-oncologista Rayssa Youssef fala da importancia da acolhida, onde a paciente precisa saber que não está sozinho e tem apoio da família ou de um acompanhante.
"Todo diagnóstico oncológico é acompanhado de uma opinião de sentença de morte, o que não é verdade. A mulher precisa saber que há tratamentos e estratégias para que ela possa enfrentar a doença, além de receber apoio constante para ajudá-la a passar por esse momento difícil".
Maria Cleusa Brasil, de 38 anos, conta que ficou surpresa com doença. Diante de tudo o que teria que enfrentar, ela tratou de procurar acompanhamento psicológico assim que recebeu o diagnóstico.
“Tive sessões de terapia com a psicóloga. Também me apeguei à minha fé, ou seja, trabalhei meu psicológico. Hoje enfrento a doença com a maior positividade possível”.
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Para Maria Cleusa, a acolhida e o acompanhamento psicológico foram importantes durante o tratamento — Foto: Redes Sociais/Reprodução
Ainda segundo Rayssa, precisa-se falar em cura e os julgamentos estétiticos deixados de lado. A família também precisa estar presente o tempo todo. Caso não haja um vínculo familiar, a paciente tem direito a ter um acompanhante ou cuidador do início ao fim do tratamento.
"A mulher tem direito a ter um acompanhante e a acolhida. O atendimento psicológico pode ser solicitado na rede de saúde onde é feito o tratamento, como casas de apoios e centros psicológicos".
A psico-oncologista ressalta ainda que vivências e experiências da mulher e o apoio da família e do companheiro ou parceira é muito importante, para que o enfrentamento aconteça com uma verdadeira união de forças.
A Maria Cleusa Brasil ainda está em tratamento com suspeita que o câncer tenha avançado para o fígado. Para confirmar ou descartar a hipótese, ela precisa fazer um exame e para levantar recursos financeiros, amigos e familiares estão organizando uma galinhada que acontece no próximo sábado (5). Se você quer ajudar, entre em contato pelo telefone 9 9214 4347.
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O valor arrecadado com as vendas será usado para pagar um exame — Foto: Redes Sociais/Reprodução
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