
O governador Reinaldo Azambuja demitiu policiais civis envolvidos em caso de extorsão ocorrido em 2009, no município de Terenos. Conforme portarias publicadas no Diário Oficial de Mato Grosso do Sul desta quinta-feira, os investigadores Amadeu José Celestino Júnior e Antônio Marcos Borges, e o papiloscopista Edson Lísio Lopes foram excluídos do quadro efetivo.
Conforme noticiado, no dia 3 de março de 2009, eles foram presos pela Corregedoria por extorquirem o dono de uma chácara flagrado com duas espingardas e um revólver sem porte autorizado. Na época, o grupo exigiu o pagamento de R$ 20 mil em troca de vantagem ilícita, ou seja, queriam o dinheiro para não realizar o flagrante de porte ilegal de arma de fogo contra o proprietário rural.
Entretanto, diminuíram o valor para R$ 13 mil a serem pagos na data do próximo expediente bancário. A vítima, no entanto, pediu prazo maior, chegou a transferir R$ 11 mil, mas os denunciou em seguida. Equipes da Corregedoria-Geral foram a Terenos e prenderam os envolvidos, dando início ao processo administrativo que culminou na exoneração.
Além deles, outros dois policiais participaram do esquema. Em agosto de 2010, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) decidiu que os investigados, já afastados das atividades, deveriam ser reintegrados imediatamente, sob pena de multa diária ao Estado, que recorreu. Consta nos autos que, no ato de flagrante, Edson e Amadeu estavam com os R$ 11 mil extorquidos.
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