
O presidente da Ordem dos Advogados de Mato Grosso do Sul (OAB), Mansour Karmouche, disse que a entidade entende que a presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), Tânia Borges, que é investigada pelo Conselho Nacional de Justiça e Procuradoria-Geral da República por suspeita de tentar interferir em julgamento de processo a pedido de um policial militar preso por corrupção, deve se afastar da direção do órgão. Segundo Mansour, é uma forma de segurança para as investigações até que tudo seja esclarecido.
"A entidade entende que ela deveria se afastar nesse momento de crise para apurar os casos. É uma forma até de preservar ela mesmo para que a investigação possa ocorrer com naturalidade e isso, traz uma segurança para o processo. Caso ela não se afaste, vamos entrar com medidas necessárias para o afastamento”, explica o presidente da OAB-MS ao G1.
Segundo investigação, troca de mensagens encontradas no celular do tenente-coronel Admilson Cristaldo, preso por corrupção, apontam que o oficial pediu interferência de Tânia em julgamento de processo no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) envolvendo o amigo dele, o advogado e chefe do Departamento Jurídico do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), Dênis Peixoto Ferrão Filho.
O advogado de Tânia Borges, André Borges, nega que ela tenha trocado mensagens com o oficial preso por corrupção. A defesa de Admilson Cristado também afirma que ele é inocente. A TV Morena não conseguiu contato com Dênis.
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