
Após pedidos feito pelo setor pesqueiro e pela Federação dos Pescadores de Mato Grosso do Sul, o governo estadual vai avaliar dois pontos do programa “cota zero”. O primeiro é o que trata do tamanho dos peixes nobres para a retirada pelos pescadores profissionais. O segundo é que seja permitido ao menos um exemplar (peixe) para ser transportado pelos (pescadores) amadores.

Pescadores praticando o pesque-solte (Foto: Saul Schramm - Governo MS)
Sobre os pescadores profissionais, o pedido é para ampliar o tamanho dos peixes nobres. “Lembrando que nesta conversa não entra o dourado, que inclusive já tem lei estadual que proibiu sua pesca, estamos discutindo as outras espécies”, disse ele.
Já as pousadas e hotéis que recebem muitos turistas para pesca, requisitaram ao governo que seja permitido ao pescador amador leva para casa ao menos um exemplar. “Eles alegam que dentro do Estado, tem grupos de pessoas que pescam no final de semana e querem levar ao menos um peixe. Esta questão vai ser avaliada também”, ponderou Verruck.
O secretário adiantou que o governo estadual está “tranquilo” sobre a legalidade do decreto e que o cancelamento das novas regras estão “fora de cogitação”. O decreto proíbe o transporte de peixes por pescadores amadores a partir de 2020 e ainda cria um regramento para os profissionais.
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