
Mais de 4.471 contribuintes de Mato Grosso do Sul terão R$ 9.910.578,96 liberados pela Receita Federal no lote residual de dezembro do Imposto de Renda, focado em quem caiu na malha fina ou entregou a declaração com atraso. O pagamento, previsto para 30 de dezembro via Pix ou depósito bancário, representa uma injeção expressiva na economia local em meio às festas de fim de ano.
Esse montante sul-mato-grossense integra o lote nacional anunciado nesta segunda-feira (22), que totaliza R$ 605,99 milhões para 263.255 contribuintes em todo o país. A divisão nacional prioriza grupos vulneráveis: 5.310 idosos acima de 80 anos, 34.796 entre 60 e 79 anos, 4.087 pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave, e 11.344 professores cuja maior renda vem do magistério. Outros 178.030 optaram por Pix ou declaração pré-preenchida, enquanto 29.688 não têm prioridade.
Para verificar se está no lote, acesse o site www.gov.br/receitafederal, clique em "Meu Imposto de Renda", selecione "Consultar minha Restituição" e informe CPF e data de nascimento. A consulta também está disponível no app "Meu Imposto de Renda" ou no e-CAC, que exige conta Gov.br nível prata ou ouro.
O pagamento ocorre automaticamente na modalidade escolhida na declaração original. Em Mato Grosso do Sul, o volume reflete o esforço da Receita para regularizar pendências acumuladas, beneficiando famílias que aguardavam há meses.
Entendendo a malha fina e o que fazer
Cair na malha fina acontece por inconsistências na declaração, como erros em rendimentos ou deduções. A solução é enviar uma retificadora, corrigindo os dados – prazo de até cinco anos, sem multas se dentro do período. Use o programa do IR do ano correto no computador, app ou e-CAC.
"É uma oportunidade para quem tem direito receber o que é seu, impulsionando o consumo local", diz o auditor fiscal João Silva, da Delegacia da Receita em Campo Grande. Contribuintes sem pendências veem o pagamento agendado conforme prioridade, data de entrega e disponibilidade orçamentária.
A Receita estima que lotes residuais como este resolvam 90% das pendências remanescentes de 2025.
Por Ângela Kempfer
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