
Valmir Caoni Barbosa, de 61 anos, foi absolvido nesta terça-feira (28.abr), da acusação de matar a tiros Jeferson da Silva Barbão, de 26 anos, durante julgamento na comarca de Ponta Porã. O crime ocorreu em 1º de maio de 2022, em frente a uma conveniência em Aral Moreira.
Jeferson da Silva Barbão, em foto publicada nas redes sociais. (Foto: Reprodução/Facebook)
De acordo com a denúncia, Jeferson foi atingido por disparos na região da nuca e do peito, em meio a uma festa na praça central da cidade. Familiares da vítima estavam no local e presenciaram o ataque, registrado na Rua Dom Pedro II, no Bairro São Bernardo.
Testemunhas relataram que o autor chegou ao local acompanhado do enteado e abriu fogo contra a vítima. Em seguida, ele deixou a área rapidamente e abandonou a própria caminhonete nas proximidades, com as portas abertas, antes de fugir em outro veículo.
A Polícia Civil encontrou o veículo pouco depois e identificou o suspeito ainda nas primeiras diligências. O caso foi registrado como homicídio qualificado por motivo fútil, e a investigação seguiu para apurar a motivação e a dinâmica do crime.
Valmir foi preso dois dias depois, em 3 de maio de 2022, também em Aral Moreira. Na ocasião, os policiais cumpriram mandado de prisão temporária e de busca e apreensão na casa dele. O suspeito foi levado à delegacia de Ponta Porã, onde permaneceu à disposição da Justiça.
Durante o julgamento, a defesa sustentou que o réu agiu em legítima defesa. A tese foi apresentada aos jurados como argumento central para contestar a acusação de execução, que havia sido apontada por testemunhas no início das investigações.
Os jurados aceitaram a versão apresentada pela defesa e decidiram pela absolvição. Com isso, o réu foi liberado da acusação criminal relacionada ao caso.
Por Gustavo Bonotto
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