
Uma pessoa, cuja identidade não foi divulgada, procurou a polícia nesta quarta-feira (06.mai), após ser vítima do chamado “golpe do falso advogado” em Juti. O prejuízo chegou a R$ 48 mil em transferências via PIX realizadas durante a fraude.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Polícia Civil, criminosos entraram em contato com a vítima por meio do WhatsApp, se passando pela advogada responsável por uma ação judicial movida contra o Banco Bradesco. Durante a conversa, os suspeitos afirmaram que havia “boas notícias” sobre o processo e que seriam necessários alguns procedimentos para concluir um suposto acordo.
Em seguida, um homem telefonou para a vítima dizendo representar o banco. Conforme o relato, ele demonstrava conhecimento detalhado sobre a ação judicial, o que aumentou a confiança da vítima na veracidade das informações.
Durante a ligação, a pessoa foi orientada a acessar o aplicativo bancário da cooperativa Sicredi, enviar uma foto e informar a senha bancária, acreditando tratar-se apenas de uma confirmação de dados. Pouco tempo depois, a vítima percebeu que haviam sido realizadas duas transferências via PIX sem autorização consciente: uma no valor de R$ 20 mil e outra de R$ 28 mil, totalizando R$ 48 mil.
Os valores foram destinados à empresa “Pagar.me Pagamentos”, vinculada ao CNPJ nº 18.727.053/0001-74.
Após descobrir o golpe, a vítima entrou em contato com o escritório da advogada e foi informada de que se tratava do conhecido “golpe do falso advogado”, prática criminosa em que estelionatários utilizam indevidamente a identidade de profissionais da advocacia para enganar clientes.
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