Terça-Feira, 27 de Janeiro de 2026

DATA: 22/11/2018 | FONTE: campograndenews Filho de desembargadora afastada é condenado a 9 anos de prisão Decisão da Aline Beatriz de Oliveira Lacerda, da Vara de Fazenda Pública e Registros Públicos de Três Lagoas, a 338 km de Campo Grande, foi publicada nesta quarta-feira

Breno Fernando Solon Borges, filho da desembargadora afastada Tânia Garcia de Freitas Borges, foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão por organização criminosa e lavagem de dinheiro na ação que começou através da Operação Cérberus da PF (Polícia Federal).

A decisão da Aline Beatriz de Oliveira Lacerda, da Vara de Fazenda Pública e Registros Públicos de Três Lagoas, a 338 km de Campo Grande, foi publicada nesta quarta-feira (21).

Conforme a sentença, Breno Fernando, que já está no Presídio de Segurança Média de Três Lagoas, foi condenado por 4 anos e 6 meses por organização criminosa e 5 anos por lavagem de dinheiro.

Segundo a denúncia do Ministério Público Estadual, Breno foi acusado de integrar organização criminosa ao lado de Tiago Vinicius Vieira, Mayara Alves de Souza, Dário Aparecido Cunha de Almeida Júnior, Matheus da Silva Alves, Dayvidson Julio Lourival de Souza Oliveira, Thais Camila Gimenes da Costa e uma pessoa identificada como WL.

O grupo tinha a intenção de facilitar a fuga de Tiago Vinicius Vieira da Penitenciária de Segurança Média de Três Lagoas entre 27 e 28 de março do ano passado. Cerca de dois meses depois tentaram a mão armada, novamente sem sucesso, ajudar a fuga do mesmo rapaz da Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande.

Tiago Vinicius Vieira foi condenado a 14 anos e 28 dias de reclusão. Conforme a juíza, Mayara foi condenada a 9 anos e 6 meses de reclusão. Thais Camila pegou 9 anos e 6 meses de reclusão. Dário Aparecido Cunha de Almeida Junior foi condenada a 4 anos e 6 meses de reclusão.

Afastada - Breno é filho de Tânia Garcia Borges de Freitas, que foi afastada no dia 10 de outubro das funções da desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) e, também, da presidência do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral do Estado). A decisão foi tomada em meio a reclamação disciplinar que apura influência de Tânia na liberação do filho, quando foi preso por tráfico de drogas.

 

O plenário da CNJ (Conselho Nacional de Justiça seguiu na íntegra o parecer do corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, visando a abertura de um PAD (Processo Administrativo Disciplinar) para apurar irregularidades no processo de soltura de Breno, que estava na penitenciária de Três Lagoas –a 334 km de Campo Grande. Ele foi preso em abril de 2017 com maconha e munições na BR-262, em Água Clara.

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