Terça-Feira, 27 de Janeiro de 2026

DATA: 13/09/2019 | FONTE: campograndenews Execução: atirador usou almofada para "abafar" 2 tiros na nuca de empresário, em Ponta Porã Três criminosos são procurados por envolvimento no crime

A polícia está em busca de três criminosos que participaram da execução do empresário Elesbão Lopes Carvalho Filho, de 68 anos, no começo da noite desta quinta-feira(12), em sua residência em Ponta Porã, cidade a 323 quilômetros de Campo Grande. O atirador usou uma almofada para "abafar" o barulho dos dois disparos na nuca do empresário. 

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Elesbão Lopes Carvalho Filho era dono de uma casa de embalagens em Ponta Porã. (Foto: Direto das Ruas)

Elesbão chegava no imóvel da Rua Heliodoro Alves Salgueiro no Bairro Santa Izabel em um Citroen, prata, quando foi surpreendido pelo trio. Logo em seguida a esposa do empresário, uma vizinha e uma massagista que se estavam no local foram rendidas e imobilizadas com fita adesiva.

Enquanto elas eram mantidas na mira dos criminosos o outro atirador levou Elisbão até o fundo da residência e o matou com os dois tiros na nuca. Antes de fugirem, eles ainda reviraram objetos da casa e deixaram um cofre aberto. No endereço, peritos apreenderam o celular da vítima e um projétil de calibre ainda indefinido.

Câmeras de segurança na região também foram recolhidas pela polícia e o indícios são de que o crime tenha sido minuciosamente planejado pelos criminosos. As testemunhas relataram que pelo menos um dos pistoleiros usava luvas.

Elesbão Lopes Carvalho Filho fez aniversário na última sexta-feira (06). 

Viaturas policiais próximas do local onde a vítima foi executada. (Foto: Direto das Ruas)

Viaturas policiais próximas do local onde a vítima foi executada. (Foto: Direto das Ruas)

Condenado - Elesbão era ex-gerente do banco BCN de Ponta Porã e já havia sido condenado a 132 anos de prisão pelo então juiz federal Odilon de Oliveira, no ano de 2004. Entre 1992 a 1997 Elesbão autorizou aberturas de contas em nomes de fantasmas e laranjas, na agência do BCN em Ponta Porã.

 

Foram 29 contas abertas, por onde foram desviados R$ 3 bilhões. Os desvios vieram a tona em grandes escândalos de corrupção no país, mas os verdadeiros donos das contas não foram descobertos.

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