
Preso em operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) ainda no ano de 2014 acusado de cometer tráfico de influência em Dourados, o advogado Jeferson Rivarola Rocha, foi condenado a 8 anos e 3 meses de prisão.
Conforme consta nos autos do processo, o advogado prometia vantagens ilícitas a todos os clientes, como a dispensa de realização de exame criminológico e até a manipulação de servidores públicos, delegados, peritos e juízes. Ela cobrava valores excedentes de seus clientes, sob o pretexto de dar celeridade aos seus pedidos e até mesmo de influenciar nas decisões judiciais.
Rivarola alegava, inclusive, que alguns destes valores era propina que destinava aos servidores públicos para que seus pedidos fossem atendidos. Em 2014 durante uma operação do Gaeco em combate à organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), foram captadas interceptações telefônicas entre JefersonRivarola Rocha, Mauro Assis dos Reis Pereira (Assessor Jurídico), Ricardo Pinheiro Miyamoto (Assessor Jurídico) e João Batista Cardoso Barcelos (Agente Penitenciário).
O Ministério Público Estadual também denunciou Jeferson pelos crimes de exploração de prestígio, concussão e corrupção ativa, mas ele acabou condenado apenas por tráfico de influência.Contudo, a 7ª promotoria de Justiça de Dourados recorrerá da sentença que absolveu Jeferson dos demais crimes em que foi denunciado.
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