Quarta-Feira, 28 de Janeiro de 2026

DATA: 05/12/2019 | FONTE: campograndenews Avaliada em R$ 500 mil, frota do tráfico de drogas é repassada para a Polícia Federal de Naviraí Justiça Federal de Campo Grande também autorizou o uso de lancha e jet ski da “Laços de Família”

Com avaliação de R$ 500 mil, oito veículos apreendidos na operação Laços de Família, em que um policial militar é acusado de liderar quadrilha de tráfico de drogas, atuante aos moldes de máfia, foram repassados para a PF (Polícia Federal) de Naviraí.

A 3ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande também autorizou o uso de lancha (avaliada em R$ 25 mil) e jet ski (R$ 50 mil).

Jet ski apreendido na operação da Polícia Federal. (Foto: Facebook)

Jet ski apreendido na operação da Polícia Federal. (Foto: Facebook)

A decisão judicial informa que os bens estão apreendidos em depósito e devem ser utilizados no reforço da segurança pública, principalmente no combate ao tráfico de drogas. “Cumpre frisar que a Polícia Federal de Naviraí foi a principal responsável pelas investigações da Operação Laços de Família, estas que deram causa à apreensão dos bens requestados neste feito, possuindo, desta forma, prioridade na concessão de uso”.

Justiça Federal liberou uso de veículos e embarcações apreendidas na operação Laços de Família. (Foto: Henrique Kawaminami)

Justiça Federal liberou uso de veículos e embarcações apreendidas na operação Laços de Família. (Foto: Henrique Kawaminami)

A Justiça autorizou a PF a utilizar os veículos Jeep Compass (avaliado em R$ 96 mil), dois Toyota Corolla (avaliados, respectivamente, em R$ 61 mil e R$ 90 mil), Agile (R$ 22 mil), Jetta (R$ 28,600), caminhonete S10 (R$ 74 mil), caminhonete F-250 (R$ 62 mil) e caminhonete Hilux (R$ 67 mil).

O veículo mais famoso da Laços de Família, operação realizada no ano passado, foi uma Ferrari amarela, avaliada em meio milhão de reais. O carro de luxo foi liberado pela Justiça Federal no último mês de setembro. Um empresário de Minas Gerais comprovou a aquisição do veículo, se apresentado como um terceiro de boa-fé.

 

De acordo com as investigações da Polícia Federal, o policial militar Silvio César Molina Azevedo liderava um grupo que atuava com características de máfia em Mundo Novo, a 476 km de Campo Grande, e tinha relações comerciais com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) no tráfico de maconha.

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