Quarta-Feira, 28 de Janeiro de 2026

DATA: 22/09/2025 | FONTE: campograndenews Bombeiro que morreu em jogo conseguiu ver filho se formar na mesma profissão Celso Barros da Silva tinha 58 anos e sofreu mal súbito em partida de futebol

O 1º sargento do Corpo de Bombeiros Celso Barros da Silva, que morreu após mal súbito em jogo de futebol, conseguiu ver o filho se formar na mesma profissão. Neste domingo (dia 21.set), familiares e amigos se despedem no velório, que acontece na Igreja Batista Nova Aliança, no bairro Moreninha 3, em Campo Grande.

O 1º sargento do Corpo de Bombeiros Celso Barros da Silva, de 58 anos, faleceu após sofrer um mal súbito durante um jogo de futebol, no sábado (20). Ele, que tinha histórico de problemas cardíacos e havia passado por duas cirurgias, deixou três filhos e três netos. Seu filho, Jean Celso dos Santos Silva, de 27 anos, seguiu os passos do pai e se formou bombeiro em 2025, uma conquista que encheu Celso de orgulho. Familiares e amigos se reuniram no velório, realizado na Igreja Batista Nova Aliança, em Campo Grande, para se despedir de Celso, descrito como uma pessoa que levava alegria aos lugares. Seu irmão, Nelson Barros da Silva, destacou a paixão de Celso pela profissão e o apoio que ele sempre deu à família. A morte precoce de Celso deixou um vazio, mas seu legado continua vivo na carreira do filho e nas lembranças de quem o conheceu.

Com emoção, o soldado Jean Celso dos Santos Silva, 27 anos, conta que o pai era a alegria das festas e lamenta que tenha partido tão cedo. Celso, 58 anos, faleceu na tarde de sábado (dia 20).  Ele tinha histórico de problemas cardíacos, utilizava medicação contínua e havia passado por duas cirurgias de cateterismo.

O soldado Jean Celso dos Santos Silva, 27 anos, se despediu do pai. (Foto: Marcos Maluf)

Jean se formou em 2025, seguindo os passos do pai. “Quando eu fiquei mais maduro, vi que podia seguir a carreira dele. E isso foi um estímulo para conseguir terminar o curso, porque não é fácil. Quando eu penso no que o meu pai deixa, me lembro muito do que todo mundo diz:  que ele levava alegria aos lugares. Antes de vir para cá, era nisso que eu pensava, que a alegria da festa foi embora”.

Nelson Barros da Silva, 55 anos, foi jogador de futebol por 20 anos e conta que o irmão era um “peladeiro normal”, que jogava esporadicamente. “Ele tomava os remédios e não tinha restrição médica. Mas acho que é uma coisa hereditária da minha família. Já perdemos uns dez parentes por problemas cardíacos”.

Nelson conta que o irmão era um “peladeiro normal”, com jogos esporádicos. (Foto: Marcos Maluf)

Ele conta que Celso tinha paixão pelo Corpo de Bombeiros. “Ele era um apaixonado, tanto é que formou o filho. Estava muito orgulhoso, foi uma realização. A gente tem que se conformar. Nossa história é contada em livros, mas vira uma página e ela fica em branco, sem mais nada para relatar. Como irmão mais velho, ele me deu muita força para me tornar atleta. Ele era menos talentoso no futebol do que eu e me impulsionou. Agora, me passou o bastão sem me avisar”.

Celso Barros da Silva era casado e deixou três filhos e três netos.

Caminhão do Corpo de Bombeiros em frente a local do velório de Celso. (Foto: Marcos Maluf)

Celso Barros da Silva ao lado do filho bombeiro, Jean Celso dos Santos Silva (Foto: Arquivo pessoal)

 

 

Por Aline dos Santos e Bruna Marques

 

 

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