
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul concluiu, nesta semana, uma investigação que apurava o caso de uma indígena de 12 anos que havia engravidado. A menina apontou um colega de escola como pai do bebê, mas exame de DNA revelou que o genitor era o padrasto da adolescente. O homem de 30 anos foi indiciado por estupro de vulnerável. O caso foi investigado pela Delegacia de Caarapó.
Conforme a investigação, a gestação da menina foi constatada após notificação feita pelo Conselho Tutelar local, que encaminhou a situação para análise. Nas primeiras declarações, a adolescente e a mãe afirmaram que o suposto pai seria um colega de escola. Porém, o rapaz negou qualquer envolvimento.
Servidores do Creas (Centro de Referência de Assistência Social) e policiais perceberam contradições na versão da família, principalmente em relação ao comportamento do padrasto da criança. “Ele demonstrava inquietação e evitava abordagens sobre a gestação. Em depoimento, o homem negou qualquer ato libidinoso contra a enteada”, diz nota da corporação.
Diante das inconsistências, a Polícia Civil pediu exame de DNA comparando o material genético do bebê com o do padrasto da adolescente e o laudo pericial, realizado pelo IALF (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses), indicou que o homem é o genitor.
Com a comprovação da paternidade, o padrasto foi formalmente indiciado por estupro de vulnerável com pena que pode chegar a 27 anos de reclusão.
Por Ana Paula Chuva
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