
A partir de agora, supermercados de todo o país poderão abrir aos domingos e feriados com maior facilidade. Isso porque o setor foi considerado atividade essencial da economia, ou seja, de muita importância para a sociedade.

Autoridades participaram de solenidade ontem, em Brasília. (Foto: Divulgação)
Representantes supermercadistas participaram da cerimônia ontem, no Palácio do Planalto, em Brasília. Entre eles o presidente do sindicato patronal de MS, Adeilton Feliciano, que comemorou a mudança feita pelo presidente por Michel Temer (PMDB).
Ele explica que a decisão corrigiu um decreto de 1949, onde não constava a atividade de supermercado que passou a existir só anos mais tarde. Por isso, apenas pequenos mercados, açougues e padarias. "Hoje o supermercado engloba tudo isso e é essencial à população", destaca.
A diferença é que antes, a abertura aos domingos e feriados dependia de negociação com o sindicato dos trabalhadores e só mediante a acordo coletivo e pagamento de diárias, o supermercado abria as portas. Este ano o setor viveu exatamente esse impasse em Campo Grande, no feriado de 1° de maio.
A tendência é de que além dos domingos e feriados mais comuns, os estabelecimentos comecem a abrir também no Natal e Ano Novo, por exemplo.
Conforme dados do setor, existem cerca de 89 mil supermercados no Brasil, que empregam mais de 1,8 milhão de pessoas. (Com Agência Brasil)
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