
O que parecia mais um atendimento de urgência na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), terminou com prisão, arma apreendida e uma história cheia de contradições.
Débora Dos Santos, de 27 anos, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento com um tiro no peito. À equipe de enfermagem, contou uma versão inicial do ocorrido. Enquanto isso, o companheiro dela, de 29, morador da Comunidade Vitória, apresentava outra narrativa às autoridades.
Segundo ele, estaria em uma festa quando foi avisado de que a mulher havia sido baleada. Já na versão dela, ele estaria na residência no momento do disparo.
As divergências levantaram suspeitas e o caso foi encaminhado à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) e durante o interrogatório, a história mudou.
O homem acabou confessando que estava manuseando uma arma dentro de casa. Conforme relatou, tentava fazer um ajuste na espingarda, utilizando ferramentas como martelo e ferro, quando houve o disparo que atingiu Débora.
Com apoio do SIG (Setor de Investigações Gerais), policiais foram até o imóvel do casal. Em meio a um capinzal, no mato próximo à residência, encontraram a arma utilizada: uma espingarda de pressão adaptada para calibre 22.
O indivíduo foi autuado por lesão corporal e porte ilegal de arma de fogo. De acordo com a Polícia Civil, ele já possui histórico de violência doméstica. Após os procedimentos, ele permaneceu preso e está à disposição da Justiça.
Débora segue sob cuidados médicos.
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