
O quarto dia consecutivo de protesto dos caminhoneiros autônomos nas rodovias já provocou a paralisação das atividades em 80% das indústrias do Estado. A informação é do presidente da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen.
Os trabalhadores pararam as atividades na segunda-feira em protesto contra o valor do litro do diesel. Mato Grosso do Sul conta com 6.201 estabelecimentos industriais. Segundo Longen, o cálculo é analisado conforme o fluxo de mercadorias, compra e venda de matéria-prima e emissões de notas fiscais.
Na quarta-feira, Longen já havia demonstrado preocupação com as manifestações nas rodovias. “Se as indústrias estão paradas, elas não produzem e, se elas produzem, também não podem vender e, se não vendem, também não podem ter os impostos recolhidos. Na próxima semana, não tem como pagar a folha de pagamento dos nossos trabalhadores e, portanto, essa paralisação é uma preocupação imediata das empresas, pois elas não podem parar”.
Longen participou na tarde desta quinta-feira (24) da apresentação do balanço do Fadefe (Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Econômico e de Equilíbrio Fiscal do Estado) aos empresários na Casa da Indústria, na Capital. O evento conta com a presença do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).
O Fundo prorroga, até 2032, os incentivos fiscais concedidos pelo governo do Estado para as empresas industriais ou comerciais que instalaram, gerando emprego e renda para milhares de famílias.
Em seguida, o governador instalou na sede da Fiems o “Gabinete Itinerante” para ouvir as demandas dos representantes dos 24 sindicatos industriais de Mato Grosso do Sul.
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