
A Justiça negou habeas corpus e manteve a prisão preventiva (que vale por tempo indeterminado) contra Ivan Lins dos Santos, acusado de matar a facadas Sandro Cavalcante Targino, de 31 anos, em abril de 2016 na Vila Planalto em Caarapó.
Segundo informações apuradas pela polícia na época, o réu cometeu o crime para vingar um tapa na cara que tinha levado da vítima.
O caso corre em segredo de Justiça na vara do Tribunal do Júri de Caarapó. Na avaliação do magistrado que analisou o pedido de liberdade, a detenção do acusado é necessária para a garantia da ordem e aplicação da lei penal.
Motivo fútil – A polícia foi acionada no dia do crime por uma testemunha que voltava de uma festa de aniversário quando ouviu a discussão entre os envolvidos. Segundo ela, Ivan dizia que Sandro nunca mais bateria na cara de um homem novamente.
O réu fugiu de bicicleta depois de matar o rival e foi preso no dia 20 de julho de 2016 por investigadores do SIG (Serviço de Investigações Gerais) da delegacia de Caarapó. Na época, havia contra ele pedido de prisão temporária, que no decorrer do inquérito e processo penal acabou convertida em preventiva.
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